Talk:Website wireframe
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Open Source / Freeware Wireframe Tools
editDoes anyone know of any good free software tools for creating wireframe diagrams? —Preceding unsigned comment added by 86.156.9.25 (talk) 10:14, 2 June 2009 (UTC)
Linkfarm
editThe Website Wireframing Tools section should be removed per WP:SPAM, WP:EL, and WP:NOT#LINK --Ronz 20:03, 26 July 2007 (UTC)
- Removed. --Ronz (talk) 18:42, 18 February 2008 (UTC)
- While the Software section may have shown signs of partially encyclopaedic use, I don't think it's going to be possible to prevent it from just being a spam magnet. I've removed it. --gilgongo (talk) 15:05, 6 November 2011 (UTC)
Cool Wireframe Template
edit—Preceding unsigned comment added by 66.236.8.30 (talk) 18:29, 27 October 2008 (UTC)
Removed probable spam links
editI've been a UX designer for the past 10 years and have never heard of Mockingbird, OverSite, ProtoShare or Justinmind. I've therefore slimmed down the list of wireframing tools to a more encyclopaedic list of the acknowledged tools. --gilgongo (talk) 17:13, 6 July 2010 (UTC)
Rewrite
editI think Pleaseleez's rewrite has been a big improvement, so thanks for that. Is there anything else that could use work here?
One thing I think could become clearer would be the two aspects to wireframes. Designers and UI coders use the page layouts as illustrated by the Balsamiq image. User experience and information architects also use wireframes that show navigation paths between pages. Andy Dingley (talk) 00:05, 26 March 2011 (UTC)
- Thanks for the feedback. I am going to make an edit within the next few weeks so I can incorporate your suggestions. Pleaseleez (talk) 16:26, 29 March 2011 (UTC)
Notability of software
editIt would be wise to give a reference that cites how the software mentioned is used to create website wireframes. This will ensure that the software is notable enough to be included in the encyclopaedia.--Hm2k (talk) 15:54, 4 July 2011 (UTC)
You can find sources here:
- Find sources: Google (books · news · scholar · free images · WP refs) · FENS · JSTOR · TWL
- Find sources: Google (books · news · scholar · free images · WP refs) · FENS · JSTOR · TWL
- Find sources: Google (books · news · scholar · free images · WP refs) · FENS · JSTOR · TWL
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- Find sources: Google (books · news · scholar · free images · WP refs) · FENS · JSTOR · TWL
- Find sources: Google (books · news · scholar · free images · WP refs) · FENS · JSTOR · TWL
- Find sources: Google (books · news · scholar · free images · WP refs) · FENS · JSTOR · TWL
You should find references in a similar way, otherwise entries may be removed. --Hm2k (talk) 15:57, 4 July 2011 (UTC)
- Agree, but the copy referenced is largely marketing speak, amending to make it more informative. --gilgongo (talk) 20:31, 5 July 2011 (UTC)
Outdated article title
editSince wireframing is not only limited to websites I think the article should be renamed. This technique is also very popular in mobile dev and in ui dev in general.
This section "Aside from websites, wireframes are utilized for the prototyping of mobile sites, computer applications, or other screen-based products that involve human-computer interaction.[6] Future technologies and media will force wireframes to adapt and evolve." shows that somehow but I think it should be more emphasize on other areas where wireframes get used. — Preceding unsigned comment added by 92.229.56.26 (talk) 11:52, 20 July 2011 (UTC)
Old java wireframming software
edit- DENIM, An Informal Tool For Early Stage Web Site and UI Design
- SATIN, A Toolkit for Informal Ink-based Applications — Preceding unsigned comment added by 114.76.95.188 (talk) 21:52, 23 September 2011 (UTC)
Deletion of Software section
editI've deleted this as it's becoming a link farm and we'd never be able to preserve a section of this name without that happening. It was also refering to "prototypes" which hasn't been part of the wireframe definition. Note however that I've added a line to the intro about how wireframes can be produced in any medium including digital ones. --gilgongo (talk) 13:44, 10 December 2011 (UTC)
- I've deleted it once again per WP:EL, WP:LINKFARM, WP:SOAP, Talk:Website_wireframe#Linkfarm, and Talk:Website_wireframe#Notability_of_software. --Ronz (talk) 20:37, 20 November 2013 (UTC)
- While we wait for an opinion from WP:THIRD, I'm going ahead and removing it again. Seems like there's pretty clear consensus here and across Wikipedia. --Ronz (talk) 17:36, 22 November 2013 (UTC)
- THIRD OPINION: Hi guys, I think this can be approached via WP:ELNO point 14: "Lists of links to manufacturers, suppliers or customers" should be avoided. The very end of ELNO also states that "Stand-alone lists or embedded lists should not be composed mainly of external links" and the material you're discussing does seem to be an embedded list composed mainly of external links. Based on the foregoing, my advice would be to leave the list out. Hope this helps, --Dailycare (talk) 18:49, 26 November 2013 (UTC)
- Thanks, I've removed the list yet again. --gilgongo (talk) 19:15, 7 May 2018 (UTC)
Ferramentas utilizadas:
editAlgumas ferramentas que são utilizadas na gestão de projetos e design, como o Prince 2 que é uma metodologia que estrutura o gerenciamento dos projetos, onde é adaptável a diferentes tipos e tamanhos de organizações, se destacando por ser prático, consistente e de fácil aprendizado. Outro a ser citado é o PMBOK, que é considerado a principal referência em gestão de projetos, trazendo diretrizes aplicáveis a qualquer tipo de negócio. Ele define o gerenciamento de projetos como a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas para atingir os objetivos do projeto. E também o Design Thinking que tem uma abordagem inspirada na forma de agir e pensar dos designers voltada para inovação e solução criativa de problemas.
Antigamente a gestão de design era mais ligada apenas ao gerenciamento de projetos de design. Com o tempo, passou a envolver também áreas funcionais e estratégicas das organizações. Hoje, vem ganhando destaque a integração do pensamento de design à gestão estratégica, com foco em soluções mais humanas, trabalho colaborativo e processos mais flexíveis. O design passou a ser visto como algo importante para fortalecer as marcas, diferenciar produtos e melhorar a qualidade. Por isso, muitas organizações usam a gestão de design para alinhar melhor o design com suas estratégias e objetivos. Uma empresa pró-ativa é caracterizada por ser uma corporação com intenção de mudanças constantes, porém, os conhecimentos que são necessários para ocorrer tais transições são poucas ou nulos. Assim, percebe-se que ainda existe dificuldade em adquirir, organizar e aplicar conhecimentos, processos e ferramentas ligados à gestão integrada do Design em toda a empresa.
Já uma empresa relativa é definida por possuir baixas intenções de mudança e pouco conhecimento organizacional. Esse é o perfil mais difícil para aplicar a gestão de design, porque existe pouca abertura para novidades e faltam habilidades para colocar em prática. Por isso, aparecem dificuldades no comportamento da empresa, como pouca vontade de mudar, e também falta de conhecimento dentro da organização.
Uma empresa eficaz já apresenta conhecimento organizacional, porém, não demonstra interesse em mudanças. Nesse caso, o crescimento natural e consolidado de objetivos médios é suficiente, dessa forma as metas da empresa são atingidas de forma eficiente. Por último, uma empresa eficiente se define pela associação de conhecimento e intenções de grandes níveis. Essa organização busca sempre novos desafios, usando as habilidades e conhecimentos que já possui para lidar com eles. Desse modo, seus resultados são produtivos e vão além das metas fornecidas Porém, ao analisar as intenções e habilidades das equipes e dos gestores, é possível encontrar empresas que são mais proativas em alguns setores, mas não em todos. Isso prova como o gerenciamento é importante. Rany Roque de Araújo (talk) 03:57, 28 May 2026 (UTC)
Framework
editUm framework é uma base pronta que ajuda programadores a criar sistemas, sites e aplicativos de forma mais rápida e organizada, pois já traz várias funções e estruturas preparadas, evitando que o desenvolvedor precise fazer tudo do zero; assim, ele facilita o trabalho, melhora a organização do código e economiza tempo no desenvolvimento.
Framework na gestão do design:
Um framework na gestão do design funciona como uma estrutura pré-definida de diretrizes, práticas e ferramentas que organiza o fluxo de trabalho, alinha a equipe e garante a consistência, desde a estratégia até a execução operacional. Ele fornece um "esqueleto" adaptável que acelera projetos e reduz retrabalho, permitindo que os designers foquem na solução de problemas complexos em vez de na configuração de processos.
Os frameworks ajudam a organizar o processo de design (UX/UI) de forma mais simples e eficiente. Citando novamente o Design Thinking, ele divide o trabalho em etapas como entender o usuário, criar ideias, testar e melhorar soluções. O Double Diamond ajuda a identificar corretamente o problema antes de criar a solução. Já o Lean UX foca em criar, testar e ajustar rapidamente, sendo muito usado em equipes ágeis e projetos com mudanças rápidas. Rany Roque de Araújo (talk) 03:58, 28 May 2026 (UTC)
Gestão Estratégica e Liderança
editFrameworks ajudam a conectar o design aos objetivos de negócios e a escalar a produção. Design Management Office (DMO): Framework para gerenciar o portfólio de design, definir fluxos de projetos, medir o impacto das entregas e comunicar o valor do design para a organização. Design Systems: Estrutura de padrões, componentes reutilizáveis e diretrizes que garantem consistência visual e eficiência em larga escala.
OKRs (Objectives and Key Results): Framework para definir metas claras e mensuráveis para a equipe de design. O framework por ser ágil fornece uma linguagem mais comum entre os designers e desenvolvedores. Alguns métodos de gerenciamento e organização a serem citados são o Scrum, que organiza o trabalho em Sprints (ciclos de 2-4 semanas), reuniões diárias (Daily) e retrospectivas, promovendo adaptabilidade e feedback constante; e o Kanban que visualiza o fluxo de trabalho em um quadro, permitindo gerenciar gargalos e limitar o trabalho em progresso.
Algumas ferramentas que podem ser mencionadas que ajudam a tomar decisões e que simplificam escolhas a serem feitas são: O Jobs to Be Done (JTBD): Framework para entender o objetivo real do usuário (a "tarefa" que ele quer realizar), orientando o design estratégico. E o Design Sprints (Google Ventures) que condensa meses de trabalho em cinco dias (mapeamento, ideação, decisão, prototipagem e teste) para validar ideias rapidamente.
Os principais benefícios de usar o framework na gestão do design é a organização do trabalho, padronização das entregas e melhorar a qualidade final dos projetos. Além disso, tornam o desenvolvimento mais rápido ao reutilizar estruturas prontas, mantêm o foco nas necessidades do usuário e facilitam a comunicação e o alinhamento entre a equipe de design e os responsáveis pelo projeto.
Flexibilização do framework para utilização em empresas com perfis proativos, eficazes e eficientes:
Considerando os diferentes perfis de empresas desenvolvedoras de produtos, este subitem tem como objetivo apresentar formas de flexibilizar a utilização do framework. Para facilitar a compreensão sobre quais etapas são mais adequadas para cada tipo de empresa, apresentam-se inicialmente as características de cada fase. Dessa forma, acredita-se que essa ferramenta possa contribuir para o posicionamento das realidades organizacionais das empresas em relação ao framework de aplicação da Gestão do Design. Rany Roque de Araújo (talk) 03:59, 28 May 2026 (UTC)
Outras definições
edit1- Segundo Peter Gorb: A gestão de design consiste na utilização eficaz, por parte dos gestores de linha, dos recursos de design disponíveis em uma organização, visando alcançar seus objetivos corporativos. Portanto, está diretamente relacionada ao papel do design na organização, à identificação de disciplinas de design específicas relevantes para a resolução de questões-chave de gestão e à capacitação de gestores para o uso eficaz do design.
2- E para John Thackara: A gestão de design é uma atividade complexa e multifacetada que vai ao cerne da essência de uma empresa [...] não se trata de algo que se resolva com fórmulas prontas, alguns tópicos ou um manual. A estrutura e a cultura interna de cada empresa são diferentes; a gestão de design não é exceção. Mas o fato de cada empresa ser diferente não diminui a importância de gerenciar o design de forma rigorosa e eficaz. Rany Roque de Araújo (talk) 04:00, 28 May 2026 (UTC)
Aprofundamento sobre o Design Management Office (DMO)
editO Design Management Office (DMO) atua como uma unidade central de governança dentro de uma organização, sendo responsável por garantir que o design não seja apenas uma atividade estética, mas um recurso estratégico mensurável. De acordo com a literatura clássica de Brigitte Borja de Mozota, o DMO é o escritório que coordena os três níveis da gestão de design: operacional, tático e estratégico. Atribuições e Pilares de Atuação
Para que a gestão seja eficiente, o DMO foca em três pilares fundamentais: Gestão de Processos (Workflow): Define métodos de trabalho padronizados para que as equipes mantenham a consistência, independentemente da complexidade do projeto. Gestão de Pessoas e Cultura: Organiza o recrutamento, o desenvolvimento de carreiras e a alocação de designers em diferentes frentes da empresa. Métricas e Impacto: Estabelece indicadores (KPIs) para medir o retorno sobre investimento (ROI) do design, provando seu valor para a diretoria da organização.
DMO e DesignOps: Atualmente, o termo DMO é frequentemente associado ou expandido pelo conceito de DesignOps (Operações de Design). Segundo o Nielsen Norman Group, essa estrutura moderna foca em "como trabalhamos juntos", otimizando ferramentas e comunicações para que os designers possam focar exclusivamente na solução de problemas complexos, enquanto a estrutura operacional cuida da infraestrutura e dos processos. Rany Roque de Araújo (talk) 04:02, 28 May 2026 (UTC)
Gestão do design em diferentes áreas
editA gestão do design pode ser aplicada em diferentes áreas, atuando na organização de processos, desenvolvimento de projetos e criação de soluções voltadas às necessidades das empresas e dos usuários. Sua função varia de acordo com o setor em que é utilizada, mas mantém o objetivo de integrar criatividade, estratégia e inovação.
Gestão do design de produto:
Na área de produtos, a gestão do design está relacionada ao planejamento, desenvolvimento e melhoria de produtos físicos e digitais. Nesse contexto, busca unir funcionalidade, estética, ergonomia e experiência do usuário, alinhando o produto às necessidades do mercado e aos objetivos organizacionais, o design de produto possui forte relação com os processos de inovação e competitividade empresarial.
Gestão do design gráfico: No design gráfico, a gestão do design atua na organização da comunicação visual de marcas, campanhas e empresas. Isso inclui identidade visual, tipografia, embalagens e materiais publicitários, garantindo consistência visual e fortalecimento da marca. Peter Gorb define a gestão do design como o uso eficaz dos recursos de design dentro das organizações para atingir objetivos corporativos, conceito amplamente aplicado na comunicação visual empresarial.
Gestão do design digital:
A gestão do design digital está ligada ao desenvolvimento de interfaces, aplicativos, plataformas e sistemas digitais. Áreas como UX (User Experience) e UI (User Interface) utilizam métodos de gestão para melhorar a experiência do usuário, facilitar a navegação e tornar os sistemas mais acessíveis e eficientes. Nesse contexto, frameworks como Lean UX, Design Thinking e Design Systems são frequentemente utilizados para organizar processos e acelerar o desenvolvimento de soluções digitais.
Gestão do design de serviços:
No design de serviços, a gestão do design busca melhorar a experiência dos usuários em serviços físicos e digitais. Esse processo envolve análise da jornada do usuário, identificação de problemas e criação de soluções voltadas à eficiência e satisfação do público. O artigo A gestão do design no contexto organizacional: uma revisão integrativa (2024) destaca que ferramentas de gestão do design auxiliam organizações na melhoria de processos e no desenvolvimento de soluções mais eficientes.
Gestão do design estratégico:
A gestão estratégica do design relaciona o design aos objetivos organizacionais da empresa. Nesse caso, o design passa a atuar como ferramenta de inovação, competitividade e posicionamento de marca, auxiliando no planejamento e na tomada de decisões. Segundo John Thackara, a gestão do design é uma atividade complexa que envolve a estrutura e a cultura organizacional das empresas, exigindo integração entre criatividade e gestão.
Gestão do design em branding:
Na área de branding, a gestão do design contribui para a construção e fortalecimento da identidade das marcas. Ela atua no desenvolvimento de elementos visuais, linguagem e experiências que ajudam a criar reconhecimento e conexão entre empresa e público, além de auxiliar no posicionamento competitivo das organizações.
Gestão do design sustentável:
A gestão do design também pode ser aplicada à sustentabilidade, buscando desenvolver produtos, serviços e processos com menor impacto ambiental. Essa área envolve práticas como eco design, reutilização de materiais e desenvolvimento sustentável, alinhando inovação, responsabilidade social e preservação ambiental. Rany Roque de Araújo (talk) 04:02, 28 May 2026 (UTC)
Referências
editBORJA DE MOZOTA, Brigitte. Design Management: using design to build brand value and corporate innovation. New York: Allworth Press: Design Management Institute, 2003.
BORJA DE MOZOTA, Brigitte. Gestão do Design: usando o design para construir valor de marca e inovação corporativa. Porto Alegre: Bookman, 2011.
CONLEY, Chris. How to Make a Design Framework to Structure Your Project. [S. l.]: Salesforce, 9 ago. 2016. Disponível em: https://www.salesforce.com/workdifferently/articles/how-to-design-framework/. Acesso em: 21 maio 2026..
DEVANNEY, John. The Design Management Office: The Framework. [S. l.]: Medium, 19 abr. 2017. Disponível em: https://medium.com/design-intelligence/the-design-management-office-the-framework-be18a6a62ef3. Acesso em: 21 maio 2026.
NIELSEN NORMAN GROUP. DesignOps 101. [S. l.], 21 jul. 2019. Disponível em: https://www.nngroup.com/articles/design-operations-101/. Acesso em: 21 maio 2026.
UXPIN. 9 UX Design Frameworks Every Product Team Should Know. [S. l.], 13 abr. 2026. Disponível em: https://www.uxpin.com/studio/blog/design-frameworks/. Acesso em: 21 maio 2026. Rany Roque de Araújo (talk) 04:03, 28 May 2026 (UTC)

